O Iniciado
Imagens semelhantes a cadafalsos parecem perturbar o pequeno e estranho Peter Parker. Ha’ muito acreditava possuidor de instrumentos capazes de ajudar os outros – seja um guarda-chuvas ou uma luva. Todos percebiam no vento que ventava e no fogo que esquentava as expressões mais claras de seu espírito degustador.
Peter Parker – futuro Homem-Aranha, o destino lhe reservava. Futuro escalador de paredes, perambulando a noite com sua teia artificial. Peter Parker, menino. Protetor dos mais fracos.
* * *
Não se sabia aonde ele tinha se metido – no dia que lhe mostraram o poema “A Aranha”. Embaixo de um sutiã? Embaixo de uma cartola? Dentro de uma gaveta? O aranha.
Sob o Sol do sistema solar, sob o olhar harmonioso da manha cisplatina, o casal de ficções eleitoreiras comungavam um saber impenetrável – a criança quer ser feliz. Mamãe. Compraz e voluntaria realidade notívaga. Uma resposta a uma indagação – ainda que incompleta.
Realidade populacional na esfera pré-colombiana da Historia dos amestrados. Libaneses enterrados. Orientais desilusões. Mártir, mas so’ ate’ daqui a pouco.
Reduz Redoxon `a intentona escravocrata.
O Iniciado. Papel de parede amassado e puído. Membrana cloriforme aos aspectos do pecado. Pisa na “fulo”, não maltrata meu amor. Ri, o eleito do castigo. Madrepérolas composições. Va tomar no cu, palhaço!
E, assim, reza a lenda. E, assim, seguimos todos. No rio caudaloso de mais uma tarde de Natal. Como o Iniciado de agosto feliz.
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